Papo cabeça

 

Umbral, espaço físico ou problema consciencial?

 

Quando você mandar um espírita para o inferno, com certeza ele vai brincar, dizendo: Inferno não, se for, vou ter que ir para o Umbral.  E você vai dizer, é tudo a mesma coisa. Pééééééé. Resposta errada!  Mas vamos conversar.                                                                         O Inferno, espaço geográfico criado pelas religiões cristãs, é questionado por Allan Kardec, pois, julgamentos e condenações, fogo, torturas e agruras eternas, fazem parte de uma interpretação quase infantil da humanidade. Para o espiritismo o Inferno na forma que foi representado, é contestado; pois se Deus é Pai, nenhum de seus filhos deixa de ser ajudado, nem do Céu ou do Inferno.

Outra questão a ser pensada, vem do processo de evolução do universo, se este está em constante expansão e dinamismo, nada, pode ficar parado. Portanto, Inferno eterno e Céu parado não existem, sacou.

Para o espiritismo, “Inferno” é o estado da consciência do individuo perturbado, que como um imã se atrai aos seus semelhantes. Não importa o local, mas o estado consciencial do desencarnado, ex. um drogado que não resiste à overdose e “morre” vai ficar perdido, confuso, necessitado... preso em si mesmo, nas suas necessidades.

O umbral (limiar, local de entrada para um interior) é o vácuo entre a consciência materialista do encarnado, com a consciência liberta do espírito.

Meu, hoje eu filosofei, dá licença que eu “vô tomá chá” com Sócrates.

 

 


 

 

leia mais»

 1  2  3  4  5  6  7