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Os melhores impulsos à Fé

 “(...) Para acreditar não basta ver; é preciso compreender. A fé cega não pertence mais a este tempo. É precisamente o dogma da fé cega que produz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer impor-se exigindo, ao homem, a renúncia ao raciocínio e ao livre-arbítrio.(...)” Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo 19, item 7..


Muito se pergunta: O que aconteceu com a fé das pessoas? Onde está o respeito aos Mandamentos Divinos? Por que tanta descrença na Providência Divina?
Há vozes pessimistas desarrazoadas dizendo: É o final dos tempos. Outras: O homem evoluiu, intelectual e cientificamente, descobrindo a menor eficácia da religião para a resolução dos problemas da humanidade. E outras ainda: Falta mesmo é administração das “finanças mundiais “. Como se os problemas da humanidade não tivessem maiores raízes, mesmo, no mal irradiado do “coração“ do homem?!
E que melhor meio de estimular a fé senão a religião?
Sim, algumas religiões - fundamentadas nas “verdades” criadas à base de doutrinas puramente humanas e em momento filosófico-científico de tempos idos-, caíram em descrédito porque não saciam mais a sede de respostas daqueles que se interessam pelas coisas Divinas; mormente quando não admitem a discussão de parte de seus dogmas, em especial os que negam os fatos científicos e os valores filosóficos desta época.
Não existe maior desestímulo à credulidade que a tentativa de exigir a fé cega, e - em nome da religião – a renúncia às naturais faculdades da ciência e da razão, à revelia do livre-arbítrio dado por Deus ao homem! A incompreensão dos dogmas de uma doutrina religiosa, mormente quando estes – repita-se - negam a razão e a ciência, provoca a dúvida, esta implacável adversária da fé.
Mas o pior é o descuido da maioria dos incrédulos - dizemos da que afirma conhecer e admitir de algum modo a divindade das revelações de Moisés e Jesus-; ao fazer vãos os principais mandamentos do Altíssimo, traduzidos no Decálogo e nos ensinamentos do Cristo, e principalmente a síntese sobre a lei e os profetas: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
Tudo porque se desacredita do todo por não se compreender a parte humana do arcabouço doutrinário das religiões mais praticadas?!
A bem da verdade, não estamos aqui condenando as religiões mais tradicionais, pois, afinal, muitos mandamentos Divinos por elas foram guardados e hoje neles podemos nos basear graças aos seus empenhos. Devemo-las, sim, nossa gratidão por isso, embora não concordemos com parte de suas doutrinas, mormente a desmentida pela Doutrina Espírita, que ao estudar o fenômeno espírita nos despertou para a realidade da reencarnação, da anterioridade da alma em relação à constituição do corpo físico, da imortalidade da alma, bem como, da existência de outros mundos habitados e da possibilidade de comunicação dos encarnados com os desencarnados através da mediunidade.
De outro lado, vivemos sim na era da intelectualidade e da ciência. Mas não são essas faculdades as criadoras da incredulidade. Quando bem usadas são maravilhosas! Basta avaliar quantas dores não foram minimizadas ou até extintas por elas! Por que não poderiam então, ao inverso, servirem sim ao impulsionamento da fé, principalmente quando nos despertam mais claramente para a bondade e magnitude infinitas de Deus?
Quanto à administração das finanças mundiais, é inegável, não chegará ao ápice senão quando tiver por meta o amor e a caridade, quando se ocupar das dores e necessidades de todos. E nisto, a fé pode ser de enorme valia para fixar na consciência coletiva a exata noção de que todas as nações são membros da mesma família-a universal-; filhas do mesmo Pai que deseja a cooperação mútua dos povos! Sem esquecermos a mesma cooperação que cada um de nós pode e deve ao próximo, buscando os meios ao nosso alcance para ajudá-lo. Pois é isto que Deus quer de todos nós!
A credulidade ganhará maior impulso quando à fé aliarmos o bom uso da razão e da ciência, como propõe a Doutrina Religiosa-Científica-Filosófica dos Espíritos do Senhor!
 

Alecsandro dos Santos

 

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