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Chico Xavier

Francisco Candido Xavier nasceu no dia 02 de abril de 1910, na cidade de Pedro Leopoldo, no Estado de Minas Gerais. Desencarnou em 30 de junho de 2002. Portanto, em 2010 estamos comemorando cem anos de seu nascimento.

         Tornou-se inesquecível para aqueles que o conheceram. Existia nele uma magia encantadora, uma vibração indescritível.  Sua presença causava um sentimento de profunda reflexão e, ao mesmo tempo de alegria que proporcionava um grande bem-estar às pessoas. Não pelo seu físico, evidentemente, que demonstrava uma pessoa aparentemente frágil, mas pelos eflúvios de paz que emanava de seu Espírito simples e meigo, de sua personalidade suave e ao mesmo tempo da autoridade de um sábio sempre pronto a esclarecer com bondade os postulados da vida de exemplo que irradiava o seu amor pela humanidade.

         Cursou somente os quatro primeiros anos escolares, alternados com um trabalho noturno em uma fábrica de tecidos, isso desde os oito anos de idade.  Era muito pobre e precisava ajudar seu pai e os seus muitos irmãos. Mesmo assim, possuía invejável cultura, digna dos grandes estudiosos.

         Dormia muito pouco, às vezes varava a noite escrevendo, no outro dia estava pontualmente no trabalho e assim escreveu mais de quatrocentos livros, muitos deles editados em diversos idiomas, verdadeiros “best-sellers” e que continuam sendo editados e vendidos no mundo todo.

         Se comparado a um escritor comum, poderia ter conquistado verdadeira fortuna com os direitos autorais de sua vastíssima e interessante obra. Mas, nunca ficou com um centavo resultante dos livros vendidos. Doava, desde o primeiro livro escrito, toda a renda relativa aos seus direitos às instituições de caridade. Fazia questão de viver com seu humilde salário, em casinha muito pobre, sempre às voltas com seus irmãozinhos que eram seus dependentes.

         Ainda encontrava tempo para visitar constantemente as famílias carentes procurando ajudá-las da melhor maneira possível. Era um verdadeiro amigo dos infortunados, e chegava a distribuir a própria roupa aos seus assistidos.

         Grande intérprete da espiritualidade superior, com sua admirável mediunidade, Chico Xavier sempre foi cultor de um Espiritismo Científico-Filosófico, mas pessoalmente, não se esquecia um minuto da grande missão religiosa da Doutrina de Kardec entre os homens e assim se expressava: “Nós, espíritas cristãos, acreditamos na necessidade do retorno ao Cristianismo puro, às bases de nossa fé cristã, estejamos em qualquer confissão religiosa evangélica, seja ela qual for. Com o progresso material de nosso tempo, é imperiosa a fé profunda e simples, que herdamos de 300 anos de martírio nos circos. Esses 300 anos de perseguição aos cristãos da era apostólica não podem estar perdidos. Não podemos acreditar que o materialismo, venha ele de onde vier, consiga ofuscar a fé cristã”.

          Em outra ocasião, dizia Chico: “Se eu dispusesse de autoridade, rogaria aos homens que estão arquitetando a construção do terceiro milênio que colocassem no portal da “Nova Era” as inolvidáveis palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: - Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

         Muito obrigado, Francisco Cândido Xavier, pelo seu legado à humanidade terrestre. 

Sérgio Augusto Pelicano

 

 

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